Puljante beleza a do bosque florido,
Beleza cortante, ora uivante, viva.
Arbustos em festa falam aos pássaros.
Coisas de vida serão os dizeres?
Logo formigas ouço cerca,
Provável reclamam dos homens do mundo,
Perdidos que estão buscando o poder.
Será não enxergam, a frente lhe mostra,
Ser feliz cada dia, comer e beber?
Simples se faz, felicidade perdida,
Que buscam os homens aqui e acolá.
Embora ignoram, tristeza arredia,
Viver dia-a-dia, sorrir e amar.
Não queira,oh Deus, deixar-nos a esmo.
Perdoa cegueira, culpada terrível.
Pois filhos lhe somos, a alma lhe é.
Bendito, Bondoso, salva-nos!
(divagando no Bosque do Buritis - Goiânia/2007)
